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Portal do Bebê

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Dê uma força ao intestino

Com um muffin de ameixa e farinha integral 

 

 

Muffin de ameixa e farinha integral

 

 

Muitas gestantes têm prisão de ventre logo nos primeiros meses. Grande parte desse desconforto resulta das mudanças hormonais que acontecem nessa fase. Mas os hábitos alimentares também contam vários pontos na história. A falta de fibras e a escassez de água no cotidiano podem ser apontadas como grandes culpadas nos casos de constipação.

Para amenizar a situação, vale bater um papo com o médico que acompanha o pré-natal e lançar mão de uma dieta rica em hortaliças, frutas e cereais integrais, além, é claro, de bons goles de água ao longo do dia.

Confira abaixo uma receita criada pela nutricionista Abykeyla Tosatti, da Universidade Federal de São Paulo, que contém a ameixa e a farinha integral, dois ingredientes que dão um empurrão ao trânsito intestinal:


Muffin integral de ameixa

Rende 16 bolinhos

Ingredientes

(massa)
1 ovo batido com garfo
1 xícara de chá de leite
4 colheres de sopa de óleo
2 xícaras de chá de farinha de trigo integral
3 colheres de sopa de açúcar
1 colher de sopa de fermento em pó
200 g de ameixas pretas descaroçadas e picadas


(para polvilhar)
1 colher (sopa) de açúcar
1 colher (chá) de canela em pó


Modo de preparo

Numa vasilha, misture o ovo, o leite e o óleo. Reserve. Peneire os ingredientes secos e junte a ameixa. Acrescente a mistura de leite aos poucos, mexendo com um garfo. Despeje em 16 forminhas para empadas médias untadas.

Misture o açúcar com a canela e polvilhe os muffins com a mistura. Leve ao forno moderado preaquecido (180 °C) por cerca de 20 minutos. Sirva quente ou morno com manteiga.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Gravidez: a lei ao seu lado

O hospital cobrou para deixar o pai assistir ao parto? Você foi demitida quando comunicou a empresa que estava esperando um filho? Conheça seus direitos e saiba como se defender em situações como essas




Gravidez: a lei ao seu lado






"O chefe acabou comigo"
Fui demitida quando comuniquei à empresa que estava grávida e recebi tudo o que a lei prevê. No entanto, ao me mandar embora, meu chefe me deixou arrasada. Entre outras coisas, disse que eu tinha enterrado a minha carreira ao ficar grávida e que nunca mais teria uma chance como aquela. Demorei meses para me recuperar do golpe e gostaria que ele fosse punido - até para não prejudicar outras grávidas como fez comigo. Posso processá-lo por danos morais? Precisarei de testemunhas? Meus colegas de trabalho teriam alguma proteção caso depusessem a meu favor?



A legislação é muito severa para coibir atos dessa natureza. Você poderá processar a empresa para pleitear a readmissão (se ainda desejar trabalhar lá), com o pagamento dos salários desde a dispensa, ou reivindicar apenas o pagamento dos salários desde a sua demissão, em valor dobrado. Além disso, poderá reivindicar também que a empregadora lhe pague indenização por dano moral em face dos atos praticados por seu representante - no caso, seu ex-chefe. É claro que, para ganhar o processo, vai ter que provar o que aconteceu apresentando testemunhas que corroborem sua versão. As testemunhas não terão que depor a favor do empregado ou da empresa: elas têm a obrigação de dizer a verdade e, se convocadas por qualquer das partes, prestam compromisso de não mentir. Se desrespeitarem esse juramento, ficam sujeitas à pena de prisão. Da mesma forma, teoricamente, se o empregador pressionar alguém para mentir em juízo, estará cometendo um crime e poderá ser condenado à prisão. Teoricamente, não é? Na prática, sabemos que é bastante comum a empresa ameaçar as testemunhas. O mais usual é convocar empregados que já deixaram a empresa, mas que estavam lá na época dos fatos, e contar com eles para dizer a verdade. João José Sady, advogado, doutor em direito das relações sociais pela PUC-SP e professor de direito da Universidade de São Francisco, em São Paulo


Taxa para o pai ver o filho nascer
O hospital onde tive meu bebê cobrou uma taxa para que meu marido pudesse assistir ao parto. Achei um absurdo! Eles podem cobrar por isso? Não é um direito natural do pai?


Pode-se entender que a presença do pai na sala de parto (ou centro cirúrgico) gera custos, a começar pelas roupas especiais utilizadas e incluindo até mesmo a atenção dispensada a ele durante os procedimentos. É evidente que se pode discutir o valor cobrado, mas, em tese, a cobrança (a não ser que seja abusiva) não fere o direito dos consumidores dos serviços hospitalares. Mauro Grinberg, advogado, de São Paulo


O bebê nasceu antes. O plano paga?
Fiz um plano de saúde que pedia dez meses de carência para parto e cirurgia e engravidei três meses depois - ou seja, em tese eu teria o bebê quando a carência já houvesse sido cumprida. Acontece que meu filho nasceu prematuro, portanto antes que os tais dez meses tivessem passado, e o plano se recusou a pagar a internação, a cesárea e a temporada do bebê na UTI pré-natal. O plano de fato está correto ao negar o ressarcimento das despesas?


A Lei no 9.656/98, que dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde, estabelece que os casos de urgência, como complicações durante a gestação, devem ser obrigatoriamente atendidos. O seguro-saúde tem de ser interpretado da maneira mais favorável ao consumidor, parte mais fraca na relação. No caso, até o bom senso demonstra que a leitora não podia supor que seu bebê nascesse prematuramente, e por isso deve ter direito à assistência, uma vez que buscou essa segurança ao contratar o serviço. A imprevisibilidade do parto prematuro se sobrepõe à carência exigida. Armando Luiz Rovai e Rogério Silva Fonseca, advogados, de São Paulo


O hospital que quero não está no plano
Posso fazer um upgrade no meu plano de saúde? Já estou grávida e quero ter o bebê num hospital que meu plano não cobre.


É perfeitamente possível alterar a categoria do plano de saúde dentro da mesma operadora, tanto para melhorar quanto para rebaixar o nível, o que poderá significar alteração na cobertura, rede credenciada e no tipo de acomodação em caso de internação. Primeiro, certifique-se de que a empresa oferece algum plano com a modificação pretendida por você. Cheque também se impõe carência para as mudanças. Atualmente, a carência para partos pode ser de no máximo dez meses, o que poderá inviabilizar o seu desejo se essa carência for imposta ao novo hospital. Antes de promover a alteração, tire todas as suas dúvidas com a operadora e, se for o caso, tente negociar para garantir o parto no hospital de sua preferência. Lembre-se de fazer tudo por escrito e exija que as respostas também sejam encaminhadas dessa forma. Karina Grou, advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), em São Paulo.


Licença da empregada
A doméstica tem estabilidade no emprego durante a gravidez? Quem paga o salário dela durante a licença? Se a empregada não tem registro em carteira, como fica a situação?


A empregada doméstica não possui estabilidade no emprego durante a gravidez, mas somente licença-maternidade de 120 dias. No entanto, para requerer a licença, é preciso que esteja trabalhando com registro em carteira. Quem paga o salário durante o afastamento é o INSS. Alguns juízes, porém, entendem que, se o patrão demite a doméstica grávida, deve arcar com o salário daqueles 120 dias, pois estará impedindo que ela receba o benefício do INSS - o que torna a questão controversa. Por fim, se a empregada não tem registro em carteira, não poderá requerer o benefício àquele órgão, que vai exigir a apresentação do documento. O que se recomenda ao empregador é sempre registrar a funcionária, mesmo porque poderá ser denunciado à Delegacia Regional do Trabalho se não o fizer. Sônia Mascaro Nascimento, advogada, de São Paulo, doutora em direito do trabalho pela USP e consultora trabalhista


A empresa pediu teste de gravidez
Estou na reta final de um processo de seleção para trabalhar numa empresa e fui surpreendida por um pedido de exame de gravidez. A empresa tem o direito de solicitar o teste?


As empresas não podem exigir nenhum tipo de atestado ou exame médico para comprovação de esterilidade ou gravidez nem no momento da admissão nem durante a vigência do contrato de trabalho. Trata-se de medida discriminatória, proibida pela legislação trabalhista (CLT, artigo 363-A, inciso IV), e que, portanto, pode e deve ser denunciada à Delegacia Regional do Trabalho para que esse órgão tome as medidas cabíveis. Sônia Mascaro Nascimento, advogada, de São Paulo, doutora em direito do trabalho pela USP e consultora trabalhista


E se a licença começar antes?
Estou grávida e é uma gestação de risco - meu médico prevê que eu fique de cama pelo menos nos últimos três meses. Isso já conta como licença- maternidade ou ela só começa no momento em que o bebê nasce? Quem paga - a empresa ou o INSS?



Para o Ministério da Previdência Social, as regras são as seguintes: "O salário-maternidade é devido a partir do oitavo mês de gestação (comprovado por atestado médico) ou da data do parto (confirmado pela certidão de nascimento). Em casos comprovados por atestado, o período de repouso poderá ser prorrogado por duas semanas antes do parto e ao final dos 120 dias de licença". Fora desses limites, é um caso de licença médica comum, e a funcionária deverá receber o benefício pago pelo INSS de acordo com as regras do auxílio-doença. João José Sady, advogado e professor da Universidade de São Francisco, em São Paulo


Calote de pensão
Meu ex-marido me abandonou no oitavo mês de gravidez. Voltamos a morar juntos duas vezes, mas agora nos separamos de vez. Ele não trabalha e por isso não paga pensão ao nosso filho. Devo entrar na Justiça para exigir meus direitos? Como ele não paga, posso impedi-lo de ver o filho?



Você poderá ingressar com uma ação de alimentos em seu nome e representando seu filho contra seu ex. Dependendo das condições financeiras dele, o juiz fixará um valor a título de pensão alimentícia, sempre levando em consideração as necessidades de quem vai receber os alimentos e as possibilidades de quem vai prestá-los. Se ficar provada a impossibilidade total, ou parcial, do seu ex de arcar com a pensão, você poderá, apenas em nome do seu filho, pleitear alimentos suplementares dos avós paternos, desde que fique comprovada a disponibilidade deles. No caso dos avós maternos terem posses, também existe a possibilidade de que sejam chamados a colaborar. Os avós paternos e maternos contribuirão na proporção de seus ganhos, não sendo os valores necessariamente iguais. O fato de não poder pagar pensão ao filho não altera o direito paterno de tê-lo em sua companhia. No entanto, deverá provar que possui condições de alimentar a criança e lhe oferecer uma moradia decente quando estiver com o menor. Se fixada a pensão e seu ex não efetivar o pagamento, ele poderá ter a prisão civil decretada com base no disposto pelo artigo 733 do Código de Processo Civil. Antonio Ivo Aidar, advogado, de São Paulo


O pai do meu filho é casado
Namoro há seis anos um homem casado e descobri que estou esperando um filho dele. Como fica a minha situação agora? Ele pode registrar o filho mesmo sendo casado com outra mulher? O bebê terá os mesmos direitos que os filhos nascidos do casamento? Uma amiga me disse que meu namorado pode até ser acusado de bigamia. O que devo fazer para resguardar os direitos da criança? E quanto a mim - agora que tenho um filho dele, ganho direito a pensão?



Ele pode registrar o filho mesmo sendo casado com outra mulher, o que, no entanto, significa confissão de adultério. Isso pode dar causa a uma separação judicial litigiosa, na qual há o risco de ele ser considerado cônjuge culpado. Apesar de o novo Código Civil ter amenizado o significado da culpa, ela pode acarretar, embora se considerem também outras circunstâncias, a perda da guarda de filhos. Desde a Constituição de 1988, todos os filhos registrados têm os mesmos direitos. Os não registrados podem requerer investigação judicial de paternidade. Não se trata de bigamia, situação que se caracteriza quando a pessoa casa duas vezes. Vocês vivem em concubinato. Para ter os direitos de todo filho, é necessário o registro civil no qual conste o nome do pai. Você não tem qualquer direito só porque é mãe do filho de um homem casado. Os direitos são do filho. No seu caso, não há união estável, pois seu namorado é casado, não está separado nem legalmente nem de fato. Silmara Juny Chinelato, advogada, professora livre-docente da Faculdade de Direito da USP, em São Paulo


Teste de paternidade
Me relacionei com um homem durante alguns meses e fiquei grávida. Ele se recusa a admitir que é o pai da criança. Posso obrigá-lo a fazer o teste de DNA? Se não puder, como comprovar a paternidade? Sei que um exame de DNA é caro - quem paga: ele, eu ou o Estado?



A forma de esclarecer a situação é por meio de uma ação judicial denominada investigação de paternidade. Nessa ação, você deverá oferecer provas de seu relacionamento com o suposto pai da criança, como fotos, cartas ou testemunhas. O juiz, em caso de dúvida, determinará a realização do exame de DNA. O teste será feito no Instituto de Medicina Social e Criminologia (Imesc), ou algum órgão análogo, ou ainda alguma clínica credenciada pelo Poder Judiciário. Caso você não possa arcar com os custos do processo - inclusive do exame -, deverá contatar a Procuradoria de Assistência Judiciária de seu estado, que depois de analisar seu caso lhe fornecerá um advogado gratuito. Alberto Zurcher, advogado, de São Paulo

Lembranças de maternidade

Preparamos uma seleção de lembranças de maternidade para diferentes gostos e bolsos*. É claro que são apenas sugestões porque o que vale mesmo é a intenção em agradecer ao outro pela visita em um momento tão especial: o nascimento do seu bebê.




 Para meninas:

Até 5 reais

   

 Marcadores de livro são uma ideia bem interessante para presentear as visitas se você quer gastar até 5 reais por artigo. Os da foto são da Fiore di Carta e custam 3 reais, cada um. Você pode personalizar, escolher a cor e o tema preferido.

 

 

 

Até 10 reais



Quando você escolher uma lembrança de maternidade, pense em algo que tenha utilidade. É bacana a pessoa olhar para o objeto e relacioná-lo a algo tão especial quanto o nascimento de um bebê. Para quem pretende gastar até 10 reais por mimo, nossa sugestão são nécessaires. Estas são da Artigo Primeiro (de 6 a 9 reais, cada uma, dependendo do tamanho). Se quiser incrementar, coloque minissabonetes dentro delas.







Até 15 reais


 
Este kit costura é uma graça só. É o tipo de lembrança que fica marcada na memória. No entanto, o custo é mais salgado. O da foto é da marca Vanessa Guimarães e sai por 15 reais, a unidade.







Mais de 15 reais


 
Comidinhas são sempre bem-vindas como lembranças de maternidade. Valem os famosos bem-nascidos (pequenos bolos de pão de ló com doce de leite no meio), os chocolates em formato de bombons ou pirulitos, os sacos de filó recheados com confetes ou vidros com coloridas jujubas e os cupcakes (bolinhos confeitados). A lembrança sugerida na foto é um kit com pirulito e quatro bombons da Santo Vício (17,40 reais).





Para meninos:



 Até 5 reais


Garrafa de água com etiqueta personalizada está na moda. E serve tanto para os meninos como para as meninas. A garrafa da foto é da Jolie by Chris, 3,50 reais, cada uma.






Até 10 reais 


 
Uma ideia diferente e criativa é oferecer como lembrança sachês para perfumar gavetas ou decorar o quarto. São sempre úteis. Você mesma pode fazer ou então encomendar – custam menos de 10 reais, a unidade. O sachê da foto é da Vanessa Guimarães, 10 reais, cada um.







Até 15 reais



Os oratórios costumam fazer o maior sucesso entre os amigos. E, de fato, são um encanto só. O mimo é especial e tem preço mais salgado, por unidade. Este aqui é da Canto de Anjo e custa 13 reais, cada um.







Mais de 15 reais


 
Seguindo a linha das ecobags, você pode oferecer como lembrança uma sacola de pano, boa para carregar as miudezas do dia a dia. O modelo da foto é da Artigo Primeiro e sai por 16 reais.





Nossas dicas

Modelos personalizados
Faça algo que tenha a sua cara, o seu estilo. A escolha da lembrança de maternidade costuma ser tão especial quanto a compra das peças do enxoval ou dos objetos do quarto. Você pode, por exemplo, seguir o mesmo tema da decoração e aproveitar sobras de tecido para criar um mimo superoriginal.

Quando encomendar
O ideal é encomendar a lembrancinha escolhida 90 dias antes da data prevista para o parto. A maior parte das empresas especializadas demora entre 15 e 45 dias para entregar. Por isso, não deixe para a última hora. Caso você precise antecipar essa entrega, não se apavore. As empresas desse ramo estão acostumadas a isso.

Quanto encomendar
Normalmente são encomendadas de 40 a 100 lembranças, pois algumas mães gostam de guardar algumas para os amigos que visitam o bebê em casa.

7 benefícios de ser mãe depois dos 35

Acredite: ter filhos nessa fase da vida tem muitas vantagens





Mães maduras 
 
 
 
 
 
Hoje em dia, são comuns as mamães de primeira viagem com mais de 35 anos. Nessa fase, muitas mulheres se encontram em uma situação mais estável e sentem mais segurança na hora de educar o bebê. Mas o que muita gente não sabe é que há muitas vantagens em ter filhos nessa fase da vida, desde a sexualidade da mãe até a diminuição do risco de depressão pós-parto. Quer saber mais? Listamos a seguir os principais benefícios da maternidade tardia:

1. Mais paciência: “Mamães mais velhas tendem a investir mais na educação dos filhos e ainda têm mais experiência e sabedoria para compartilhar com eles”, conta o ginecologista Marcello Valle, especializado em Reprodução Humana, da clínica Origem, no Rio de Janeiro. Além disso, terão mais oportunidades para levar os filhos na escola, participar de reuniões escolares e “ainda costumam ter mais paciência com as crianças”, avalia a psicóloga e psicoterapeuta, Cynthia Schincaglia, do Rio de Janeiro.

2. Mais maturidade: os benefícios não são uma exclusividade das mamães, não. Com o passar do tempo, os papais também tendem a ter uma melhor situação financeira. Isso se reflete na segurança que ele vai oferecer ao bebê. “O homem mais velho conta com uma estabilidade bastante importante para a chegada do filho – o que melhora a relação do casal e a revigora”, diz Soraya Deminicis, psicóloga e sexóloga, de São Paulo.

3. Maior disponibilidade para a criança: quanto mais velhos forem os pais, mais presentes estarão na vida dos filhos, pois já deram conta de suas prioridades e podem planejar melhor o futuro da criança. “Com mais de 35 anos, o casal está maduro e tem uma relação equilibrada – o que é ótimo para a educação das crianças”, explica Cynthia. “Sem contar a disponibilidade de tempo: aos 20 anos, parece que o mundo está correndo lá fora. Essa sensação não aflige as mulheres mais maduras com tanta intensidade”, acrescenta a ginecologista e obstetra Maria Cecília Erthal, diretora médica do Vida – Centro de Fertilidade da Rede D’Or, no Rio de Janeiro.

4. Risco de depressão pós-parto diminui: a maior incidência de depressão pós-parto ocorre nas mães que têm entre 15 e 24 anos. “Com mais de 35 anos, a gestação tende a ser planejada, o que diminui a chance de depressão pós-parto”, explica Marcello.

5. Gravidez tranquila: alterações hormonais em gestantes fazem com que as emoções oscilem bastante. Porém, em mulheres mais velhas, a proporção que esses sentimentos tomam é menor graças à maior experiência de vida. “A oscilação de emoções sempre ocorre na gravidez, tanto nas mães mais jovens como nas mais velhas, mas o que muda é a maneira de lidar com elas”, explica Soraya.

6. Saúde em dia: quando a mulher tem mais de 35 anos, o risco de desenvolver diabetes, hipertensão arterial na gestação e ter um parto prematuro são maiores. Graças a isso, gestantes mais maduras costumam fazer um acompanhamento mais rigoroso nessa fase e tomam mais cuidados com a saúde do que as mamães mais novinhas.

7. Melhor relação com o corpo: segundo Soraya, essas mulheres mais experientes também lidam melhor com as mudanças que ocorrem no corpo – o que faz bem até para a sexualidade delas. “A relação da mulher com o seu corpo se torna mais consciente, impedindo que as alterações causem impacto na vida sexual e na interação com o parceiro”, finaliza a psicóloga e sexóloga.

Dor de cabeça na gravidez

Cá pra nós, as mulheres bem sabem o quanto uma dor de cabeça incomoda, principalmente durante a gravidez, quando os hormônios estão alterados e as emoções, a mil! Para acabar com o sofrimento, especialistas explicam as causas e as soluções para o tormento





Dor de cabeça na gravidez





1. O que provoca a dor de cabeça na gravidez?
A dor de cabeça da gravidez não é diferente daquela que dá as caras em outras épocas da vida. Ela pode surgir em decorrência de algumas mudanças de hábitos, como a diminuição do consumo de cafeína, que, sem dúvida, promove ótimos benefícios à gestante, mas, como efeito colateral, pode desencadear a dor de cabeça. O estresse e o cansaço, mais comuns na gestação, também podem provocar dor e até uma enxaqueca.
Além disso, o problema pode estar relacionado a outros males de saúde, como distúrbios da visão ou sinusite. De acordo com o ginecologista Eliseu Tirado, do Hospital Bandeirantes, de São Paulo, ao engravidar (ou até antes de engravidar), é preciso consultar um ginecologista para que ele diagnostique, previamente, eventuais doenças.


2. Afinal, qual é a diferença da dor de cabeça e da enxaqueca?
A neurologista Carla Jevoux, do Rio de Janeiro, explica: existem mais de 200 tipos de cefaleia, ou dor de cabeça. A enxaqueca é um deles. Ela é herdada geneticamente e se manifesta por episódios repetidos de dor de cabeça, acompanhada por outros sintomas, como náusea, vômitos e intolerância à luz (fotofobia), aos ruídos (fonofobia) e aos odores (osmofobia).


3. Toda mulher tem dor de cabeça nesse período?
Não existe uma regra. Assim como culpar a gravidez pela dor também não é correto. Entenda: antes de engravidar, qualquer patologia que possa causar a dor de cabeça, como a sinusite e a enxaqueca, é tratada com medicamentos. Durante a gravidez, a dor passa a incomodar mais porque a mulher para (ou diminui bastante) a quantidade de remédios que tomava. “Daí a impressão de que o desconforto está mais forte”, diz Eliseu Tirado.
Uma desregulação hormonal também pode aumentar a dor, porém ela é bem menos comum, segundo Eliseu.
Além disso, ter uma gravidez não planejada acarreta estresse, que pode desencadear crises de ansiedade, dor de cabeça ou enxaqueca.


4. A gravidez prejudica ou melhora minha dor?
Ela melhora! Não acredita? De acordo com a neurologista Carla Jevoux, de 60 a 70% das mulheres sofredoras de enxaqueca relatam uma melhora significativa de suas crises durante o segundo e terceiro trimestres de gestação.
“Isso pode ser consequência do nível mais estável do estrogênio nesse período. O aumento na produção de endorfinas (substâncias que conferem a sensação de bem-estar) também contribui para afastar a dor”, explica Carla.


5. Dor de cabeça na gravidez pode se perigosa?
Sim, quando ocorre na região da nuca. Pior ainda se aparecer acompanhada de dor no estômago e visão embaçada, pois isso pode significar o aumento da pressão arterial, o que costuma levar a problemas mais sérios. Para tirar a prova dos noves, consulte seu médico.


6. Como evitar a dor de cabeça?
Paras se precaver, a orientação é evitar fatores que desencadeiam as crises, como o estresse, de acordo com o ginecologista e obstetra José Bento de Souza, especialista em reprodução humana. Outras medidas ajudam a atenuar o problema:

• Vez ou outra, experimente fazer uma massagem com um profissional, ou até drenagem linfática para gestantes.
• Coma com maior frequência e em menores quantidades.
• Tenha uma alimentação saudável. Cuidado com alimentos gordurosos, como chocolates, queijos amarelos, alimentos cítricos e embutidos.
• Faça atividades físicas específicas para gestantes, como ioga e hidroginástica.
• Tente manter um horário regular de sono. Evite dormir pouco ou em excesso.
• Evite a luminosidade intensa, como ficar na praia exposta ao sol, sem óculos e boné.
• Diminua a exposição a odores fortes, como perfumes, cheiro de tinta, ou à fumaça de cigarro.
• Fuja de locais barulhentos e de viagens para locais com altitudes elevadas.
• Chá de camomila, na quantidade de 1 xícara por dia, não prejudica a gravidez e evita a dor por conter um pouco de cafeína.


7. Como tratar a dor de cabeça sem tomar remédios?
Algumas dores passam com relaxamento e repouso. Quando doer, experimente fazer compressa com uma toalha e água morna ao redor dos olhos e nariz ou na nuca.
Tente investir em um escalda-pés. Por incrível que pareça, isso ajuda a diminuir a dor. “A água quente aumenta o fluxo de sangue para os pés, diminuindo a quantidade que circula nas artérias cranianas, o que, consequentemente, reduz a pressão que o sangue exerce ali”, conta a neurologista Carla Jevoux.
Outra dica: tente apertar as têmporas (na lateral do olho, perto das sobrancelhas) com os dedos, em movimentos circulares, no lado doloroso. Isso reduz o fluxo de sangue que vai para os vasos extracranianos e aplaca a dor.
O ginecologista José Bento de Souza indica ainda tratamentos alternativos, como acupuntura e exercícios de relaxamento, como ioga e hidroginástica.


8. Se nada disso adiantar, posso tomar remédios?
Se suas crises forem de forte intensidade, com náuseas e vômitos, ou quando há o risco de sofrimento fetal, sim, mas nunca no primeiro trimestre. E apenas os analgésicos simples estão liberados, segundo José Bento.
“Os remédios também devem ser evitados duas semanas antes do parto”, diz Carla. Mesmo assim, sempre que tomar alguma medicação, consulte seu médico antes.

Terror noturno

O pediatra Gustavo Moreira, pesquisador do Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), esclarece as principais dúvidas sobre essa manifestação noturna tão comum entre crianças pequenas.





Sono terror noturno






O que é o terror noturno?
É uma atividade anormal do sono. Ele faz parte de uma categoria de manifestações noturnas conhecida por parassonia. Falar e andar dormindo também são formas de parassonia. O terror noturno é bastante frequente em crianças, principalmente entre os 2 e os 5 anos de idade. Na fase pré-escolar, ele chega a atingir metade da população infantil, segundo estatísticas internacionais.

O que acontece com a criança na hora da crise?
Depende da idade. Os bebês de colo simplesmente acordam chorando no meio da madrugada. Já as crianças mais velhas também costumam gritar ou emitir sons sem nexo. Muitas vezes, os pais se deparam com o filho sentado na cama e de olhos abertos. E o que assusta é que a criança não reconhece ninguém e não para de chorar ou gritar. É uma cena realmente impressionante... Sim, os pais ficam muito assustados... Mas, apesar de causar espanto, o terror noturno é uma manifestação benigna, ou seja, não representa risco para a saúde ou o desenvolvimento da criança. O estado de transe dura até 15 minutos e depois a criança retoma o sono normal.

Qual é a diferença entre terror noturno e pesadelo?
Os sonhos acontecem durante o chamado sono R.E.M., ou rapid eye movement (movimento rápido dos olhos), que se dá no fim da madrugada. Já o terror noturno ocorre na primeira metade da noite, quando a pessoa ainda não atingiu o sono R.E.M. Muitas crianças acordam depois de um pesadelo. No caso do terror noturno, a criança dificilmente acorda por conta própria. Além disso, as pessoas se lembram dos sonhos ou pesadelos que tiveram, enquanto os que apresentam terror noturno nunca fazem ideia do que se passou durante a noite.

O que explica o terror noturno?
A hipótese mais aceita é a de que o terror noturno tem a ver com o desenvolvimento do sistema nervoso central. É como se o cérebro ainda não estivesse suficientemente maduro para realizar a transição entre o sono e o despertar. Por isso, a criança fica em um “limbo” entre o dormir e o acordar. Em geral, pais que falam à noite ou são sonâmbulos têm filhos com terror noturno.

Como se comportar diante desse tipo de manifestação?
A primeira orientação é jamais tentar acordar a criança. Isso só vai fazer com que os eventos se tornem mais frequentes e prolongados. O ideal é não intervir e deixar que o momento de transe passe naturalmente e o pequeno volte a dormir. Só é preciso cuidado com as crianças que também caminham adormecidas. Nesse caso, não deve haver obstáculos ou objetos pontiagudos no quarto. O acesso a escadas e janelas também deve ser obstruído. Basicamente, a ordem é tomar medidas para evitar acidentes.

O terror noturno acontece com que frequencia?
Varia bastante. Uma criança pode ter dois eventos em uma semana e ficar um mês sem manifestar o problema. Outra pode ter episódio a cada dez dias. Não dá para precisar.

Existem situações que favorecem as crises?
É muito importante manter uma rotina adequada de sono para crianças com terror noturno. Isso significa dormir cedo e no horário e reduzir a agitação antes do sono. Quando a criança chega agitada de passeios e festas, o risco de apresentar eventos de terror noturno aumenta.

Problemas emocionais podem precipitar o terror noturno?
Sim, mas não é a regra. Diante de crises familiares, escola nova, chegada de um irmãozinho ou outras mudanças importantes em sua vida, as crianças têm mais chances de sonhar do que de apresentar terror noturno.

Há casos considerados graves?
Sim, porém são bastante raros. Existem crianças que tem dois ou três episódios por noite e passam a apresentar sintomas de privação de sono. Durante o dia, elas têm febre, sonolência e irritação. Também ficam mais vulneráveis a doenças. Nesse caso, é preciso procurar ajuda.

Existe cura para o terror noturno?
Não existe um tratamento específico, mas o terror noturno normalmente cessa quando a criança atinge a adolescência. Às vezes, o problema desaparece antes.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Você sabe quando está ovulando?

Durante o período fértil, o corpo dá sinais específicos de que a mulher está pronta para engravidar. Aprenda a identificá-los






Hormonios na gravidez














Da primeira menstruação à chegada da menopausa, o organismo feminino passa centenas de vezes por uma repetição mensal chamada de ciclo menstrual. Mas, durante cada um desses períodos de 28 ou 30 dias, apenas por cerca de 36 horas (ou menos!) existe a chance de conceber um filho. Portanto, para quem deseja engravidar, saber precisamente o dia da ovulação pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso. E, mesmo que a mulher não esteja planejando uma gravidez, é interessantíssimo identificar os dias em que se encontra fértil. Sim, porque é nesse estágio do ciclo menstrual que ela atinge o ápice da feminilidade e seus atributos de sedução ficam em maior evidência. Quem não gostaria de tirar proveito desse momento de glória pessoal? “É quando a mulher fica mais atraente, sua pele se torna mais úmida e ela ganha um brilho diferente no olhar”, diz o ginecologista e obstetra José Bento de Souza, de São Paulo. Com um pouco de auto-observação ou com a ajuda de exames específicos, é possível identificar os sinais que o corpo dá no período em que você está fértil. Antes de descobrir quais são os indícios da ovulação, porém, é importante entender o que acontece durante o ciclo menstrual.

Um mês, várias fases
O primeiro dia do ciclo é aquele em que a menstruação vem. Toda mulher deve ficar atenta e anotar essa data, pois é a partir dela que se calcula não apenas a chegada da próxima menstruação como também os dias de maior chance de engravidar. “No início do ciclo, a glândula hipófise, localizada no cérebro, secreta o FSH, um hormônio que age no ovário, fazendo com que ele produza outro hormônio, o estrogênio, que estimula a maturação do óvulo”, explica João Leandro Costa de Matos, coordenador de ginecologia e obstetrícia do Hospital Balbino, no Rio de Janeiro. O estrogênio começa a preparar a vagina e o útero para receber os espermatozoides, que poderão fecundar o óvulo. Com o fim do período menstrual, a secreção vaginal fica cada dia mais hospitaleira, enquanto a mulher se torna mais comunicativa, bem-humorada e sedutora. Por volta da metade do ciclo – geralmente entre o 12º e o 16º dia depois da data em que a menstruação desceu –, a hipófise libera uma dose maior de LH, um hormônio que está sempre circulando na corrente sanguínea, mas que tem seu ápice nesse momento. Sua função é provocar a liberação do óvulo maduro, que é lançado para a trompa. Essa é a fase chamada de ovulação. Durante um período de 12 a 36 horas, no máximo, o óvulo sobrevive, esperando ser fecundado. Se isso não acontecer, ele morre, e o corpo da mulher passa a ser comandado pelo hormônio progesterona, que reduz a libido e torna o ambiente vaginal e uterino inóspito aos espermatozoides. Então, na segunda metade do ciclo menstrual, a mulher fica mais introspectiva e, muitas vezes, surge a famosa TPM, até que a próxima menstruação chegue e tudo recomece.

Os sinais da ovulação
Saiba agora como reconhecer quando você entra no período fértil:

- Dor pélvica
Não é todo mundo que sente, mas há mulheres que notam algumas pontadas na região pélvica, quando estão ovulando. Esse desconforto ocorre porque, para ser liberado do ovário, o óvulo precisa romper uma estrutura que o envolve, chamada de folículo, o que pode ser um pouco dolorido. Embora esse sintoma nem sempre seja perceptível, vale a pena prestar atenção, caso você sinta um incômodo no baixo ventre, na metade do ciclo. Pode ser, sim, a tão esperada ovulação!

- Temperatura em alta
“Quando ocorre o pico de LH, o hormônio que estimula a ovulação, a temperatura basal da mulher sobe um pouco, cerca de meio grau”, esclarece o médico José Bento de Souza. Para acompanhar essa oscilação, é necessário ter um termômetro à cabeceira da cama desde o primeiro dia do ciclo menstrual. Todas as manhãs, antes de se levantar, meça sua temperatura, posicionando o termômetro sob a língua. “Medir na axila é desaconselhável porque há variações, especialmente se a pessoa dormiu muito agasalhada. Também é fundamental fazer o procedimento antes de escovar os dentes ou comer, o que também altera a temperatura da boca”, completa Souza. Anote em um papel o resultado, dia a dia. Quando o termômetro marcar um valor um pouco mais alto, possivelmente você estará no período fértil e será a hora de tentar encomendar um herdeiro. Mas lembre-se de que não se trata de um método totalmente confiável, já que outros fatores, como uma virose e alterações emocionais, também podem fazer sua temperatura subir.

- Secreção diferenciada
Quando não se está menstruada, é comum perceber um muco que sai da vagina. Essa secreção é normal e sofre algumas modificações ao longo do ciclo menstrual. A chegada do período fértil pode ser observada pela mulher que fica atenta a essas mudanças. “A ovulação aumenta a quantidade desse muco e o torna mais elástico, semelhante à clara de ovo”, compara o ginecologista João Leandro Costa de Matos. Tudo isso tem um propósito: facilitar a chegada dos espermatozoides ao óvulo. Assim que passa o período fértil, o muco diminui e se torna mais espesso. Esse é um sinal de que a oportunidade de engravidar provavelmente já passou. Pelo menos desta vez...

- Muito mais desejo
Durante a ovulação, todo o corpo feminino está voltado para conseguir êxito na reprodução. E isso, lógico, faz com que a mulher sinta mais vontade de transar. “O aumento do desejo vem acompanhado de uma produção de feromônios”, diz Matos. Feromônios são substâncias secretadas pelo corpo que têm a capacidade de excitar sexualmente os homens por meio do olfato. Se os odores corporais da mulher se acentuam na época fértil para atrair parceiros, a sua percepção de cheiros também fica aguçada. Por isso, se além de a libido estar tinindo, seu nariz parecer mais sensível em determinado dia, há chances de ser um sinal de máxima fertilidade!

- Teste em casa
Digamos que você observe todos os sinais que listamos, mas ainda assim pretenda saber, com mais precisão, se está realmente ovulando. Para esse caso, existe um teste comprado em farmácia, que custa aproximadamente 40 reais e é tão fácil de usar quanto o outro utilizado para saber se está ou não grávida. O teste de fertilidade também é feito com uma amostra de urina. A diferença é que ele deve ser repetido por cinco dias, todas as manhãs. Há várias marcas disponíveis no mercado, mas o princípio é o mesmo. Mergulha-se uma das cinco fitas do kit na urina. Aí, basta aguardar alguns minutos. Se surgir uma linha de cor tão ou mais intensa do que a linha de controle já presente na tira, significa que o nível do hormônio LH aumentou no organismo. Bingo! É sinal de que a ovulação está prestes a acontecer e você tem até 36 horas para tentar engravidar.

- Teste no consultório
Existe um recurso ainda mais preciso do que o teste de farmácia para acompanhar a ovulação. Ele é geralmente indicado para mulheres que estão tentando engravidar há, pelo menos, um ano e meio sem sucesso. “Trata-se de um controle ultrassonográfico, realizado a cada dois dias, a partir do nono dia do ciclo menstrual. Assim, o médico vai medindo o tamanho do folículo e consegue saber quando o óvulo será liberado”, afirma José Bento de Souza. Ficou interessada? Então, converse com o seu ginecologista sobre essa alternativa e boa sorte!

Pensa que a vida é bonita e a espera nem sempre é vã, para aquele que acredita na surpresa do amanhã